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Acusado de matar PM morre na cadeia

Polícia Civil de Umuarama investiga agora as causas das duas mortes

Evandro Fadel, O Estadao de S.Paulo

11 de dezembro de 2007 | 00h00

A Polícia Civil de Umuarama, a 560 quilômetros de Curitiba, no noroeste do Paraná, investiga a morte do policial militar Jefferson Iozwiah Stackim, de 25 anos, ocorrida no sábado à noite, e a do acusado de tê-lo matado, o mototaxista Valcir dos Santos Oliveira, de 35. Oliveira foi encontrado morto, na madrugada de ontem, dentro da cela que ocupava na delegacia da cidade. "Vamos apurar todas as situações", afirmou o delegado da 7ª Subdivisão Policial, Fernando Martins. Ele aguarda os laudos do Instituto Médico-Legal (IML). Segundo o delegado, Stackim foi atender a um chamado, por causa de uma briga em um bar, e encontrou Oliveira, aparentando estar sob influência de drogas. O mototaxista foi colocado sem algemas no camburão para ser levado a um hospital psiquiátrico. Quando a porta foi aberta, Oliveira pegou a arma do policial, que estava na cintura, e acertou-lhe um tiro no peito. Stackim foi levado para o hospital, mas não resistiu. Com um ano e meio na PM, ele foi sepultado domingo em Irati, no sul do Paraná. O delegado disse que Oliveira tentou fugir, mas foi preso por populares e pela Guarda Municipal. Depois de autuado em flagrante por homicídio qualificado, foi levado ao hospital para receber medicação. Logo depois, emitiu-se laudo descrevendo que possuía algumas lesões e estava agressivo e confuso. Segundo o delegado, a informação do hospital é que ele se manteria calmo por cerca de dois dias. Na madrugada de ontem, os presos chamaram o plantonista, dizendo que Oliveira aparentava estar morto. Levado para o hospital, a morte foi confirmada. "Ele tinha alguns hematomas e o inquérito policial vai verificar se foram feitos no momento da prisão ou se são anteriores", disse Martins. Exames toxicológicos também serão feitos em Curitiba.

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