Foto: Dida Sampaio|Estadão
Foto: Dida Sampaio|Estadão

Adolescentes baleadas em colégio de Goiânia não têm previsão de alta

Vítimas estão no Hospital de Urgências de Goiânia; em Mato Grosso, Cuiabá registra dois casos de  alunos armados dentro de escola

Agência Brasil/ Fátima Lessa, O Estado de S.Paulo

28 Outubro 2017 | 10h53

O Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) divulgou na manhã deste sábado (28) um boletim sobre o estado de saúde de duas adolescentes baleadas por um colega, no último dia 20, no Colégio Goyases, que estão internadas naquela unidade. De acordo com o boletim do hospital, ainda não há previsão de alta para as duas meninas.

Segundo a nota, uma das jovens, internada na enfermaria, permanece orientada, consciente, com respiração espontânea e sem febre, alimentando-se por via oral e sem se queixar de dores para a equipe de assistência.

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Outra jovem continua internada em uma unidade de terapia intensiva (UTI), em estado regular, orientada, consciente e respirando de forma espontânea, com auxílio de oxigênio.

Bullying

O adolescente que atirou nos colegas tem 14 anos disse à polícia que era vítima de bullying na escola e que se inspirou nos casos da escola de Columbine (ocorrido em 1999, nos Estados Unidos), e de Realengo (em 2011, no Rio de Janeiro). O estudante afirmou que sua intenção era matar apenas o colega autor do bullying, mas que, no momento do ataque, sentiu vontade de fazer mais vítimas. Dois jovens morreram na hora e quatro ficaram feridos.

MATO GROSSO

Em menos de 24 horas, Cuiabá registra dois casos de alunos armados dentro de escola. O primeiro envolve um menor de 14 anos dentro da Escola Arena Pantanal, escola instalada dentro da Arena Pantanal.  De acordo com o boletim de ocorrência, o aluno exibia o armamento para os colegas. Foi apreendido. Brincava de roleta russa. O segundo envolve um acadêmico do curso de Farmácia, de uma universidade privada. Além de ameaças o acadêmico, elogiou o aluno de Goiás que matou colegas,  postou fotos e numa delas mostra a arma que estaria com uma “bala explosiva”. 

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