Advogado acusado de participar de seqüestros continuará preso

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Edson Vidigal, negou habeas-corpus ao advogado Juliano Modesto Araújo, acusado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo de se associar a um grupo de policiais civis para a prática dos crimes de extorsão mediante seqüestro, concussão e tortura. O advogado era o interlocutor dos policiais com as vítimas. O pedido visava retificar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que negou habeas-corpus ao preso, segundo informou o site do STJ/DF. Inconformado, o advogado recorreu ao STJ, alegando ausência de motivos para a prisão. Argumentou, ainda, que teria direito à prisão especial ou domiciliar. Em sua decisão, o ministro Edson Vidigal alegou que a competência para julgar casos dessa natureza é do colegiado. O caso terá como relator o ministro Nilson Naves.

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