Advogados de Suzane não infringiram a ética, decide OAB

Os advogados de Suzane von Richthofen cumpriram sua obrigação ao orientarem a jovem sobre como agir durante uma entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, em abril passado. Esta foi a decisão da Comissão de Sindicância instaurada pela seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil para apurar se os advogados Denivaldo Barni, Mário de Oliveira Filho e Mário Sérgio de Oliveira violaram o Código de Ética da advocacia. Com o parecer emitido pelos membros da comissão - Miguel Reale Júnior, Walter Ceneviva e Antônio Ruiz Filho - a discussão sobre a conduta dos advogados deve ser arquivada.Barni e os irmãos Oliveira foram criticados pela imprensa depois de terem sido gravados orientando Suzane a chorar durante a entrevista para o programa da Rede Globo. A entrevista foi ao ar em abril e, em seguida, o presidente da OAB-SP determinou a instauração da Comissão de Sindicância.Os integrantes da Comissão ouviram os três advogados acusados e concluíram que eles apenas orientaram a cliente, o que, não só é permitido, como também é considerado um dever do advogado. Segundo o parecer, só há infração se o advogado orientar seu cliente a desobedecer a lei.

Agencia Estado,

02 de junho de 2006 | 18h38

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