Aeroporto do Amazonas ganha scanner corporal

Aparelho de US$ 145 mil foi doado pela Embaixada dos EUA, que ofereceu outras três máquinas para os aeroportos internacionais de SP, Rio e Recife

Liege Albuquerque, de O Estado de S. Paulo

17 de maio de 2010 | 18h02

MANAUS - A Polícia Federal no Amazonas começou a utilizar nesta segunda-feira, 17, um scanner corporal no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. O aparelho de US$ 145 mil foi doado pela Embaixada dos Estados Unidos, que ofereceu outras três máquinas para os aeroportos internacionais de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.

 

A partir de agora, quando uma pessoa for considerada suspeita, não deve mais passar por revistas pessoais ou se despir. A pessoa será encaminhada para um ambiente reservado onde passará pelo scanner.

Assim como nas bagagens, o aparelho possibilita detectar vários tipos de objetos como explosivos, armas de fogo, facas, pedras preciosas, aparelhos eletrônicos e drogas escondidos embaixo de roupas ou dentro do próprio corpo.

O aparelho é fabricado pela empresa alemã Smiths Heimann, que também produz as máquinas de raio x usados para inspeção de bagagens nos aeroportos brasileiros. Segundo a PF, o equipamento é seguro e não oferece riscos à saúde dos passageiros, como contaminação ou radiação, além de não comprometer a privacidade dos usuários.

Tudo o que sabemos sobre:
PFaeroportosscannerbody scan

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.