Aeroportos do País têm movimento tranqüilo nesta sexta

Dos 670 vôos programados até às 11 horas, 68 atrasam e 37 são cancelados

Paulo R. Zulino e Solange Spigliatti, do estadao.com.br

13 Julho 2007 | 12h48

Os aeroportos do País tinham movimento tranqüilo na manhã desta sexta-feira, 13, segundo balanço da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). Até às 11 horas desta sexta, dos 670 vôos programados, 68 sofreram atrasos superiores a uma hora e outros 37 foram cancelados, segundo a Infraero. Em São Paulo, o Aeroporto de Congonhas, na zona sul, tinha três atrasos e seis cancelamentos entre os 83 vôos programados até às 11 horas. Já o Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica), em Guarulhos, não tinha nenhum cancelamento, mas registrou 14 atrasos entre os 89 vôos programados para a manhã desta sexta. A situação também era calma no Rio de Janeiro, onde Aeroporto Tom Jobim (Galeão), tinha 68 vôos programados até às 11 horas desta sexta, sendo que três tiveram atrasos superiores a uma hora e dez foram cancelados. Na semana passada, os aeroportuários do Rio de Janeiro aprovaram uma greve para o dia 11 de julho, que foi cancelada depois da contraproposta feita pelo governo. A diretoria da Infraero e a Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Aeroportuários (Sina) chegaram a um acordo e suspenderam a paralisação. A Infraero fez uma proposta de reajuste salarial de 6% para a categoria. A proposta foi feita pelo presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, numa reunião em Brasília, na sede da estatal. José Gomes Alencar, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Infraero informou que a proposta de um reajuste de 6% será avaliada pela categoria em assembléias que serão realizadas em todo o País pelos aeroportuários, sem interrupção dos serviços, nesta sexta. Se a categoria aceitar a proposta, a Infraero passará a gastar R$ 28 milhões a mais, por ano, incluídos nesse valor não apenas o reajuste, mas também promoções e aumento no valor do vale-refeição. Caso os aeroportuários não aceitem a proposta de 6%, a categoria pedirá ao governo o reinício das negociações.

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