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Aeroportos registram índice de atraso de 5,2% durante Olimpíada

Em relação à Copa do Mundo de 2014, houve queda de 59% na quantidade de voos atrasados; 7,91 milhões de passageiros foram transportados

Anne Warth, O Estado de S. Paulo

23 de agosto de 2016 | 22h40

BRASÍLIA - O índice de atrasos em voos durante a Olimpíada atingiu 5,2%, de acordo com informações do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. O resultado se refere ao período de 1.º a 22 de agosto, que concentrou a chegada e a saída de torcedores, atletas e membros de delegações olímpicas. 

Em relação à Copa do Mundo de 2014, houve queda de 59% na quantidade de voos atrasados - na época, o índice de atrasos atingiu 8,8%. A Comissão Nacional de Autoridades Portuárias (Conaero) tinha como meta manter o índice de atrasos abaixo de 15%. Só foram considerados atrasados voos que decolaram mais de 30 minutos depois do horário previsto.

O monitoramento do ministério foi feito nos nove principais aeroportos de cidades onde ocorreram competições e partidas de futebol durante a Olimpíada, como Galeão e Santos Dumont, no Rio; Congonhas, Guarulhos e Campinas, em São Paulo; Brasília (DF); Belo Horizonte (MG); Salvador (BA); e Manaus (AM). 

Ao todo, foram registradas 33.627 decolagens nos nove aeroportos nesse período, 72 voos VIPS e atendimento a 123 autoridades internacionais.

Durante os 22 dias monitorados, 7,91 milhões de passageiros foram transportados. Somente Galeão, Santos Dumont e Guarulhos registraram a movimentação de 3,98 milhões de passageiros. 

Pesquisa realizada diariamente pela Secretaria de Aviação em áreas restritas dos aeroportos pesquisados mostrou que a média de satisfação dos usuários atingiu nota de 4,24, em uma escala de 1 a 5. O levantamento considerou a qualidade da oferta de serviços, atendimento, gestão e organização dos terminais.

Nesta terça, dia seguinte ao encerramento da Olimpíada, o aeroporto do Galeão movimentou 90 mil pessoas. Segundo o ministério, a nota média dada pelos usuários ao aeroporto foi de 4,55, em uma escala de 1 a 5.

Ainda de acordo com o ministério, no período da Olimpíada, o tempo médio de fila no check-in doméstico foi de 10 minutos. No check-in internacional, foram 5 minutos. Não houve registro de filas na inspeção de segurança doméstica e internacional. 

Segundo o ministério, as bagagens domésticas foram restituídas em 23 minutos, em média, e as internacionais, em 48 minutos. Os procedimentos de imigração levaram em média de 10 minutos, e os de emigração, 20 minutos. 

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