Agentes penitenciários estão parados há cinco dias em SP

Chega a 70% a adesão dos agentes penitenciários do Estado de São Paulo à greve que teve início na última quinta-feira, dia 22, conforme o Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária do Estado de São Paulo (Sindasp). Os grevistas reivindicam o pagamento de um adicional de R$ 400 pelos riscos da atividade profissional. Na paralisação anterior, entre os dias 23 de maio à 1º de junho, a categoria conquistou esse direito que, segundo o acordo com o governo do Estado, seria pago a partir de 1º de Maio. Mas, segundo os agentes penitenciários, o valor não foi incluído na folha de pagamentos deste mês. A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) não confirma que a paralisação já chegou a esse índice. O secretário tem uma reunião marcada para esta terça-feira com membros do sindicato. Os 30% que continuam em atividade, segundo o sindicato, deixam parcialmente paralisadas as áreas de saúde, administração e apoio nas instituições prisionais. Vários atendimentos, na saúde, foram cancelados e está inativo o setor de manutenção de energia elétrica, água e esgoto. Os sindicalistas garantem que estão suspensas as análises nos prontuários que monitoram a progressão disciplinar dos presos.

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