Ainda a questão do Centro

Carta 19.293 No sábado 21/10 visitei o Centro e fiquei com receio de andar pela região da Sé. Apesar do horário (entre 11 e 12 hs), eram visíveis a sujeira e degradação dos locais. Ambulantes tomaram conta das passagens, há lixo espalhado por toda parte, além de mendigos e desocupados deitados pelo chão. Para andar por ali há que tapar o nariz porque o cheiro é insuportável. O prefeito tem se mostrado sensível aos problemas da cidade - assim, peço que ele faça alguma coisa para limpar a região, principalmente a Pça. da Sé. LUIZ LEONARDO São Bernardo do Campo A Prefeitura responde: "Apesar de a Sub Sé lavar a praça todos os dias e manter uma equipe de varrição até nos finais de semana, é verdade que ela aparenta estar suja devido à permanência dos moradores de rua. O trabalho da equipe de assistência social para mudar essa situação é constante: ao todo, 210 agentes trabalham de domingo a domingo, dia e noite, na região da Sub Sé, conhecendo os casos e encorajando as pessoas a procurar alternativas de ocupação. O Atendimento faz a primeira abordagem e encaminha as pessoas aos 35 albergues ou 5 casas de acolhida da cidade, onde elas podem dormir, se alimentar e tomar banho. Apesar disso, o trabalho é contínuo, porque muitos moradores de rua não querem ir para o albergue e voltam para as ruas, quando o trabalho de orientação recomeça. O leitor deve compreender que esse esforço é diário, mas que todo cidadão tem o direito de ir-e-vir e permanecer onde está." MARIO JORDÃO TOLEDO LEME Subprefeito da Sé Carta 19.294 Também nas Astúrias Concordo plenamente com o leitor Alexandre Macedo Marques sobre a especulação imobiliária no Guarujá (18/11). A mesma especulação ocorre na Praia das Astúrias, com 16 prédios em construção. A praia tem apenas 900 m de extensão e fica superlotada nos fins de semanas prolongados (pior ainda na temporada). O saneamento básico deixa a desejar, e é comum faltar água no bairro e no município. A rede de esgoto é insuficiente para suportar futuras ligações; já há esgoto a céu aberto na praia e a estação elevatória próxima à Rua das Galhetas está entupida. Será que as autoridades estão conscientes de um eventual caos na cidade ou estão interessadas apenas nos impostos, numa cidade em que o IPTU é um dos mais caros do Brasil? HÉLIO FERREIRA de MOURA Guarujá/SP Carta 19.295 Direitos dos deficientes Sou portadora de deficiência física e obtive a CNH há pouco tempo, mas já tive ocasião de observar o desrespeito às vagas reservadas aos portadores de necessidades especiais. É preciso que a sociedade civil, a imprensa, o Legislativo, o Judiciário e as entidades de promoção dos direitos dos deficientes se mobilizem, no sentido de que as normas já existentes sejam aplicadas e nossos direitos se consolidem. FERNANDA SOUZA SANTOS Taboão da Serra/SP Carta 19.296 Casa cheia de lixo Procurei o setor de Habitação da prefeitura de Osasco para pedir solução para um problema na Rua Maria Augusta Grenchi Steviano, onde um morador se apossou de um terreno baldio e não cuida da casa onde mora, onde recolhe muito lixo e ainda cuida de galinhas que fazem ainda mais sujeira. A prefeitura conhece o caso, mas nada faz e nem sequer pede a retirada do barraco. À noite, pessoas usam drogas no local. O barraco está encostado no muro de casa, perto de uma escola, e há muitos ratos saindo desse barraco. CLEONETE AP. SARTONI BORGATO Osasco/SP A prefeitura responde: "Informamos a situação do terreno à Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano, que adotará as medidas necessárias para resolver o problema." Carta 19.296 Agradecer faz bem Meus agradecimentos à equipe do dr. Marcos Fassheber Berlinck e a todos do Hospital do Coração, pelos cuidados dispensados a meu pai, João Baptista Rufino, enquanto lá esteve. Graças a Deus e à competente equipe, meu pai está se recuperando muito bem. RITA C. RUFINO CHAIM Capital Estive internada em outubro no 8.º and. do Hospital Samaritano, e desejo agradecer a médicos e funcionários o tratamento e carinho. JOVITA SZYLEWICZ Capital Correspondência para São Paulo Reclama: e-mails para sprec@estado.com.br; cartas para Av. Eng.º Caetano Álvares, 55, 6.º, CEP 02598-900 ou fax 3856-2929, com nome, end., RG e tel., a/c de CECILIA THOMPSON, podendo ser resumidas a critério do jornal. Cartas sem esses dados não serão consideradas. As respostas não publicadas serão enviadas pelo correio.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.