Alckmin defende gestão tucana na segurança

Em um domingo violento na capital paulista, segurança pública foi o assunto principal do candidato ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Em campanha no Parque do Carmo, zona leste, onde dez carros foram incendiados na madrugada de domingo, Alckmin tentou minimizar possíveis efeitos negativos dos ataques sobre a gestão tucana no Estado.

Adriana Carranca, O Estado de S.Paulo

02 de agosto de 2010 | 00h00

"Temos hoje uma taxa de homicídios inferior à média mundial", disse Alckmin, repetindo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP), que mostram queda na taxa de homicídios no Estado. Também no domingo, houve atentados contra o prédio da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e o tenente-coronel Paulo Adriano Telhada. Ele não se feriu.

Mulheres. Embora venha fazendo críticas à administração tucana, o candidato petista ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, não comentou sobre os atentados. Ele esteve em Osasco para um encontro sobre políticas para as mulheres. De olho no voto feminino, Mercadante defendeu o aumento do número de delegacias especializadas e prometeu rigor na aplicação da lei Maria da Penha, se eleito.

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