Alckmin promete investir em saúde e Lula em educação

Na segunda noite do horário político na TV, o candidato da Coligação Por Um Brasil Decente, Geraldo Alckmin (PSDB), prometeu investir na área da saúde. Já seu adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição pela Coligação A Força do Povo, prometeu investir mais na educação. "Investir na educação é nossa maior prioridade", frisou Lula.Alckmin disse que vai priorizar os remédios genéricos, mutirões da saúde, centros de especialidade e casas de maria. Prometeu "fazer funcionar o que já existe e humanizar o atendimento". E afirmou que vai começar pelos hospitais federais do Rio de Janeiro. Os tucanos José Serra, governador eleito em São Paulo, e Aécio Neves, governador reeleito em Minas, pediram votos para Alckmin. Mais um vez, o programa tucano apresentou a "reportagem" da prisão dos petistas flagrados pela Polícia Federal com R$ 1,7 milhão para a compra do dossiê Vedoin. A diferença é que agora mostraram a foto do dinheiro. O programa de Lula começou em clima otimista, mostrando as pesquisas desta semana, Datafolha e Ibope, ambas dando larga vitória ao candidato do PT. Lula disse que quer discutir o futuro, com mais empregos e investimento na educação. Também rebateu as críticas ao Bolsa Família. "Quem diz que o Bolsa Família é esmola não conhece a alma do brasileiro humilde", argumentou. Em seguida, o programa mostrou pequenos agricultores de um assentamento no Rio Grande do Norte, que foram ajudados por esse programa e que agora melhoraram de vida e vão devolver os cartões.Na área da educação, Lula afirmou que vai criar mais 300 mil vagas no ProUni (bolsas em universidades particulares) e criar uma universidade ou escola técnica em cada cidade pólo do País, sendo que 122 obras já começaram. O candidato à reeleição também citou outras medidas do seu programa de governo, como a revitalização do Rio São Francisco e incentivos à indústria naval e micro e pequeno empresário. Disse que quer melhorar todo os dias, mas que hoje é mais realista, sabe o que dá pra ser feito em quatro anos. Argumentou também que as bases para o desenvolvimento social e econômico brasileiro já foram criadas.

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