Alianças em 11 Estados contrariam lógica nacional

Em nada menos de 11 dos 26 Estados e o Distrito Federal as coligações regionais contrariam as majoritárias nacionais. Assim, partidos coligados em nível nacional são rivais ou integram alianças completamente diversas nas eleições estaduais. Isso ocorre no Acre, Alagoas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas, Paraná, Pernambuco, Roraima, Santa Catarina e Tocantins.

Moacir Assunção, O Estado de S.Paulo

07 de julho de 2010 | 00h00

O caso do Maranhão, de Roseana Sarney (PMDB), é o mais curioso. Sua coligação agrega o PT de Dilma Rousseff, o PV de Marina Silva e o DEM, que integra a aliança do tucano José Serra, além de 13 outras legendas.

No Acre, Tião Viana, do PT, conta com uma rede "ecumênica" de apoio, que inclui o PV de Marina e 13 legendas com perfis ideológicos tão distintos quanto o PP e o PC do B.

Em Minas, a ampla aliança de Antonio Anastasia (PSDB) também tem espaço para o PV. Nela estão ainda o PP, o PDT e o PSB, todos aliados de primeira hora do PT no plano nacional. Ao partido do governo federal, que disputará o cargo de vice-governador com Patrus Ananias, sobrou somente o PMDB, que é cabeça de chapa com Hélio Costa, e o PC do B.

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