Alto preço desestimula quem tenta fazer seguro

A maior parte das obras de arte do País não tem seguro contra roubos nem nenhum tipo de dano. O motivo, segundo especialistas, é o alto preço da apólice - que chega ao triplo do que se cobra na Europa, por exemplo. "Do acervo brasileiro, 99% não é segurado", afirma Jones Bergamin,diretor da Bolsa de Arte do Rio de Janeiro. O preço anual das apólices no País, em seguradoras procuradas pelo Estado, fica entre 0,15% e 1,5% do valor avaliado da obra - na Europa, esse valor não ultrapassa 0,5%. "Para as pelas roubadas (no domingo), a família teria de pagar cerca de R$ 40 mil. Aí, esquecem o seguro mesmo."

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