Anac proíbe venda de passagens em Congonhas

Medida deve durar dois dias, até que o movimento no aeroporto diminua e a situação tranquilize-se

Tânia Monteiro, Estadão

24 Julho 2007 | 16h17

O governo determinou que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspenda as vendas de passagens aéreas cujos compradores tenham como origem ou destino o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, até que se normalize a situação no aeroporto.   Veja também:  Saiba como exigir os seus direitos  Saiba como entrar em contato com as empresas Lista de vítimas do acidente do vôo 3054  O local do acidente  Quem são as vítimas do vôo 3054  Histórias das vítimas do acidente da TAM  Galeria de fotos  Opine: o que deve ser feito com Congonhas?  Cronologia da crise aérea  Acidentes em Congonhas  Vídeos do acidente  Tudo sobre o acidente do vôo 3054   Segundo fontes do Palácio do Planalto, a suspensão poderá durar até dois dias. Como o aeroporto está enfrentando graves problemas, a idéia das autoridades é a de desafogar, no período de suspensão, o movimento de passageiros que já compraram passagens.  Mais cedo, o governo também determinou que os vôos charters e fretados não partem mais de Congonhas a partir deste final de semana.   O objetivo do governo, com a suspensão das vendas de passagens, é permitir que sejam atendidos os passageiros que já estão de posse dos bilhetes e realizar os vôos que foram suspensos em razão da crise no setor aéreo.

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