Anistia vê Supremo 'atrasado' por não punir torturadores

Relatório anual divulgado ontem pela Anistia Internacional, principal ONG em defesa dos direitos humanos no mundo, traz duras críticas à manutenção da Lei da Anistia de 1979 pelo Supremo Tribunal Federal.

, O Estado de S.Paulo

27 de maio de 2010 | 00h00

"É chocante que o STF possa ir tão obviamente contra as leis internacionais e ser tão atrasado com relação ao resto da região, que está avançando", justificou ao Estado Tim Cahill, especialista da ONG em Brasil.

A posição da entidade ecoa opiniões de membros da Organização das Nações Unidas, que pleiteia o fim das leis de anistia no mundo. O texto brasileiro, mantido pelo STF, veta a abertura de processos contra acusados de torturar presos políticos durante a ditadura militar. / ROBERTO ALMEIDA

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