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Apagão no Amapá: entenda a situação do Estado com a queda de energia

Problema começou na noite da terça-feira com o incêndio em uma subestação de energia. Ministério fala em restabelecimento em até dez dias. Moradores enfrentam dificuldades crescentes

Redação, O Estado de S.Paulo

06 de novembro de 2020 | 21h26

Um apagão está afetando o Estado do Amapá desde a noite de terça-feira, 3, quando um incêndio atingiu uma subestação de energia na capital Macapá. Os problemas só têm crescido desde então, com relatos de dificuldades no abastecimento regular de água e alimentos. O Ministério de Minas e Energia prevê o restabelecimento do fornecimento de energia em até dez dias, o que tem sido alvo de protesto dos moradores do Estado. 

Confira abaixo a cobertura do caso:

Falta de água e racionamento de comida

Há quase três dias sem energia elétrica no Amapá, moradores de Macapá têm relatado falta de água, de alimentos e até a impossibilidade de compra para itens básicos. Sem uma previsão concreta de quando a situação deve se normalizar, a população começa a se organizar para uma manifestação no próximo domingo, 8, para cobrar uma posição dos governantes, enquanto se vira para ter o básico.

Apagão pode afetar eleições municipais

O apagão que atingiu o Amapá pode adiar as eleições municipais marcadas para o dia 15 de novembro. A possibilidade entrou no radar dos candidatos a prefeito e vereador nos 16 municípios do Estado e é considerada pela Justiça Eleitoral, responsável por organizar o pleito nas cidades. 

Restabelecimento em até 10 dias

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou nesta sexta-feira, 6, que espera conseguir restabelecer 100% da energia do Amapá em até dez dias. O Estado entrou hoje no quarto dia de apagão com 89% da população sem eletricidade. Nesta quinta-feira, o governo estadual decretou situação de emergência.

Partida da Série D adiada

A CBF se viu obrigada a adiar a partida entre Santos-AP e São Raimundo-RR, pela 11.ª rodada do Campeonato Brasileiro Série D. "Força maior diante da impossibilidade logística e operacional na cidade de Macapá/AP", explicou a entidade em nota oficial.

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