Apagão telefônico

A Telefônica prometeu dar um desconto equivalente a 12 horas de serviço aos clientes Speedy. Essas horas são proporcionais aos períodos entre os dias 6 e 8 de abril em que o serviço não funcionou. A empresa divulgou que o desconto seria automático e que não era necessário entrar em contato com a companhia para requerê-lo. Porém, a empresa não reduziu o valor de minha conta até agora. Parece mesmo que a Telefônica não quer sair da colocação que lhe foi concedida de empresa mais reclamada nos órgãos de proteção ao consumidor, e o pior, mesmo prometendo em um jornal de grande circulação e credibilidade como o Estado de S. Paulo, não cumpriu o que prometeu (Cliente terá desconto por falha no Speedy, 18/4). O serviço é péssimo, sempre trava, é lento e caríssimo. Telefônica: quero meu desconto! CLAUDIA EULÓFIA VIEIRASão PauloA Telefônica informa que o crédito da sra. Claudia será lançado na conta de julho. A empresa, que entrou em contato com a cliente para os esclarecimentos necessários, lamenta e pede desculpas pelos transtornos causados. Os clientes podem contatar a Central de Atendimento pelo 10315.A leitora comenta: A empresa prometeu para julho só o valor referente à falha no mês de abril, mas não o de junho.Informe-se: No dia 23, a Telefônica informou que suspendeu, temporariamente, a comercialização do serviço Speedy, atendendo ao pedido da agência reguladora de telecomunicações (Anatel). Diz que isso não impacta nem interrompe os serviços prestados aos atuais usuários do serviço. Árvores x eletricidadeAs concessionárias elétricas de São Paulo continuam praticando uma eletrificação de fins do século retrasado. O resultado são cidades desérticas cobertas por emaranhados de fios com pequenos arbustos e tocos podados abaixo deles. Na capital carioca, os fios são enterrados em grande parte da cidade e convivem harmoniosamente com os grandes oitis (sem podas mutiladoras) que sombreiam abundantemente suas ruas quentes. Exemplo a ser seguido e exigido.RICARDO HENRIQUE CARDIMSão PauloJá faz um bom tempo que observo em São Paulo a Eletropaulo que, para proteger as linhas elétricas, poda as árvores. Na realidade não sei se podemos chamar esse serviço de poda, uma vez que em várias ruas de São Paulo vemos árvores em que são feitos um "V" para a passagem da rede elétrica aérea. Será que nessas ruas onde há maior concentração de árvores a concessionária não deveria enterrar os fios da rede elétrica? Por que a Prefeitura não faz uma lei sobre isso? Nossas poucas árvores agradeceriam muito.MOHAMED ABDALLA KILSANSão PauloÀ espera do INSSA Justiça Federal determinou o pagamento de meu benefício, mas o INSS não o fez.MARIA DO CARMO DE O. R. SIQUEIRASão PauloMagali Leme, da Assessoria de Comunicação Social do INSS/SP, esclarece que a aposentadoria por invalidez da segurada foi concedida no dia 2 de junho, com data retroativa a 1.º de fevereiro deste ano. O valor do período de 8 de agosto de 2008 a 31 de janeiro será efetuado pelo Juizado Especial Federal (JEF), por meio da expedição de Requisição de Pequeno Valor (RPV). Explica que a leitora sra. Maria do Carmo deve procurar o JEF para verificar quando o pagamento será liberado. Chuvas e esgotoNo dia 10 de maio, após as chuvas torrenciais que caíram no bairro da Vila Madalena, houve uma enxurrada de dejetos na recepção do corredor lateral de acesso à clínica de minha mulher. Ligamos para a Sabesp. O transtorno também ocorreu nas casas vizinhas. Creio que o problema seja "retorno de esgoto". No dia 15 de maio, novas chuvas ocasionaram novo alagamento. Foram abertos vários protocolos, mas ainda não nos atenderam. Com a previsão de novo período de chuvas, a situação torna-se assustadora ao pensar o que a não-execução desse serviço poderá provocar.EDUARDO MENDES PINTOSão PauloFrancisco José F. Paracampos, superintendente da Unidade de Negócio Centro, informa que uma equipe da Sabesp inspecionou, em 15 de junho, o coletor de esgotos do local mencionado pelo leitor sr. Eduardo, o qual, está funcionando normalmente. Esclarece ainda, que a cliente (esposa do sr. Eduardo) foi orientada a descobrir e abrir a caixa de inspeção do imóvel para que a equipe da Sabesp possa realizar uma desobstrução do ramal domiciliar, caso seja necessário.As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

, O Estadao de S.Paulo

29 de junho de 2009 | 00h00

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.