Aplicativo do ''Estado'' leva pesquisa eleitoral ao iPhone

Programa traz levantamentos dos 4 principais institutos e pode ser baixado gratuitamente

José Roberto de Toledo, O Estado de S.Paulo

04 de julho de 2010 | 00h00

Você está conversando sobre política com os amigos e começa uma discussão sobre quem tem mais votos entre o eleitorado feminino: José Serra (PSDB) ou Dilma Rousseff (PT). Não há nenhum computador por perto, nem um jornal de papel para servir de juiz. O debate ameaça acabar em impasse, quando, de repente... Você saca seu iPhone, abre em Eleições 2010 e, antes de matar a charada, ainda pergunta: "Qual instituto de pesquisa vocês preferem?"

Essa é apenas uma das situações em que o aplicativo desenvolvido pelo Estado, em parceria com a Gol Mobile, pode ser usado no dia a dia.

O Eleições 2010 mostra os resultados das pesquisas de intenção de voto dos quatro principais institutos. No caso de presidente, estão lá as sondagens divulgadas desde janeiro. Na página de política do estadão.com.br, que pode ser acessada no politica.estadao.com.br, é possível consultar o tutorial e tirar as dúvidas de como usar o aplicativo do iPhone.

Na tela inicial, o programa mostra um gráfico com a intenção de voto estimulada da pesquisa mais recente. Logo abaixo, a lista das demais pesquisas disponíveis. Na barra de navegação há ainda links para as pesquisas da eleição para governador e para blogs que tratam do assunto no estadão.com.br.

Um dos seus amigos, com cara de inveja, pergunta quanto você pagou pelo aplicativo. E você: "Nada, é grátis." Basta entrar na App Store da Apple, digitar Eleições 2010 no campo de busca e mandar instalar.

Para tirar a dúvida sobre quem tem mais eleitoras, basta selecionar a pesquisa que lhe interessa (elas estão identificadas pelo nome do instituto e pela data do último dia das entrevistas).

A primeira tela mostra os dois cenários da estimulada (com e sem os candidatos ditos nanicos), e, numa segunda aba, a intenção de voto espontânea.

Logo acima, há botões para selecionar a taxa de rejeição e a simulação de segundo turno. Mas, para dirimir a dúvida com seus amigos, o caminho é selecionar o botão "mergulhe", onde poderá ver os cruzamentos da intenção de voto, tanto estimulada quanto espontânea, por sexo, idade, escolaridade, renda e região onde moram os eleitores.

Você pode botar lenha na fogueira conferindo a metodologia empregada em cada pesquisa e o gráfico de evolução. A discussão vai esquentar.

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