Após 3 meses, mãe é avisada de que bebê não morreu

Em abril, a auxiliar de contabilidade Maria do Socorro, de 30 anos, grávida de cinco meses, se sentiu mal e foi levada à Maternidade-Escola Assis Chateaubriand, da Universidade Federal do Ceará (UFC), a mesma onde, há dois meses, 14 bebês morreram após surto infeccioso. Submetida a cirurgia, ela recebeu a notícia de que o bebê, de 800 gramas, tinha morrido. Passados três meses, Maria foi informada pelo hospital que o filho havia ficado na UTI e está bem de saúde. O bebê, hoje com 1,605 quilo, é chamado de Gabriel pelas enfermeiras. Agora, Maria quer um exame de DNA. O reitor em exercício da UFC, René Barreira, garantiu que o exame será realizado amanhã.

Agencia Estado,

11 de agosto de 2002 | 09h30

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