Após acidente, Planalto estuda instalar proteção

Depois da queda de uma caminhonete de um vão de 12 metros no estacionamento do anexo do Palácio do Planalto que matou duas pessoas e feriu outras três, o governo retomou os estudos para instalar uma proteção no local para evitar novos acidentes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou surpreso ao saber que as pessoas que estavam no carro acidentado na terça-feira eram familiares de um funcionário da Presidência, o cabo do Exército Luiz Carlos Silva Mota, que estava trabalhando no isolamento da área, e pediu que continuasse a ser dada toda a assistência a ele.O Palácio do Planalto distribuiu uma nova nota lamentando amorte de Ana Francisca Dias dos Santos, de 49 anos, sogra de Mota, e do filho caçula do militar, Lucas André dos Santos, de dois anos, dessa vez assinada pelo vice-presidente da República José Alencar. "Consternado, manifesto às famílias das vítimas do acidente a minha solidariedade e o meu sentimento de pesar, e que Deus lhes proporcione alento para suplantar este momento de grande tristeza", disse Alencar em nota. No dia anterior, o presidente Lula tinha distribuído uma nota oficial lamentando o ocorrido.Os outros três ocupantes do carro, Jane dos Santos Mota, de 28 anos, de quem o cabo estava se separando, o outro filho do casal, Luiz Felipe Santos Mota, de quatro anos, e o motorista do carro, Miguel Sinhó Soares, ainda estavam no hospital de Base de Brasília, mas estão fora de perigo. Jane havia alugado a caminhonete de Miguel, justamente para a fazer a mudança do apartamento em que morava com o ex-marido, para a casa da mãe, Ana Francisca (que morreu no acidente), também em Brasília. O casal tinha um terceiro filho, de 11 anos, que não estava no carro acidentado.

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