Após ameaça, juíza do caso Bruno terá proteção policial

Além dela, teriam sido jurados de morte pelo ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, o delegado que investiga o caso e o advogado de acusação

Marcela Gonsalves, Central de Notícias

26 Abril 2011 | 18h01

SÃO PAULO - A juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, responsável pelo caso do goleiro Bruno, passou a receber proteção policial nesta terça-feira, 26. Segundo o Tribunal de Justiça (TJ) de Minas Gerais, dois policiais acompanharão a juíza.

 

A medida foi tomada após afirmações feitas pelo advogado assistente de acusação no caso, José Arteiro Cavalcante Lima. Ele disse ter sido jurado de morte pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, acusada de matar a ex-namorada de Bruno. A juíza e o delegado que investiga o crime também estariam ameaçados. Ontem, foi expedido um ofício para o TJ com as informações do advogado.

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