Após anos poupando...

Contribui por muitos anos para o plano de previdência privada Brasilprev, do Banco do Brasil. Em janeiro recebi uma correspondência informando que começaria a receber meu benefício em abril. Em fevereiro, uma funcionária me telefonou para propor que eu deixasse por mais 10 anos o dinheiro aplicado, mas optei por receber o benefício. Em maio, outro funcionário me contatou para tentar me convencer a mudar de ideia. Ratifiquei minha decisão e ele disse que o primeiro depósito ocorreria em 26 de maio. Em junho não havia recebido o crédito e liguei para o banco. O atendente disse que ele fora depositado em 1.º de junho. Contestei e, após confirmar meus dados, ele disse que receberia no dia 10. Não depositaram e postergaram o crédito para 26 de junho e nada. Depois para 2 de julho, para o dia 10 e, também, nada do depósito! RICARDO K. YWATA São Paulo O Brasilprev Seguros e Previdência S.A. esclarece que, por questões operacionais, ocorreu o retardamento nos pagamentos de duas parcelas do benefício do plano de previdência privada do sr. Iwata. Informa que o crédito referente ao ressarcimento das parcelas pagas em atraso ocorreu em 17 de julho e que entrou em contato com o leitor para confirmar. Diz que será feito o acompanhamento do crédito das próximas parcelas. O leitor comenta: O primeiro crédito foi efetuado com 7 dias de atraso e o segundo, com 19. Recebi um ressarcimento que mal paga um cafezinho. O banco nem me pediu desculpas pelo ocorrido. Você contribui por mais de dez anos e só depois fica sabendo qual é a qualidade daquilo que contratou. Vítima de assalto Fui assaltada por um motoqueiro na Avenida Benigno Carreira, na Vila Campestre, no Jabaquara, em 2 de julho. O bandido me abordou quando desci do carro. Ele apontou o revólver e levou minha bolsa. Registrei o boletim de ocorrência no 97.º Distrito Policial, em Americanópolis. Fui orientada a pedir policiamento preventivo na área, pois esse tipo de ocorrência é algo comum lá. Minha irmã escapou de um assalto, em circunstâncias semelhantes, porque estava acompanhada. Nunca vi uma viatura fazendo ronda na região. O assaltante ficou com o documento de meu carro e tenho medo de ser seguida novamente quando entrar na vila ou quando alguém ver meu carro estacionado no local onde fui assaltada. ANA MARIA LOPES São Paulo A Polícia Militar informa que monitora os indicadores criminais por meio de ferramentas inteligentes para emprego dos recursos humanos e materiais. Esclarece que leva em consideração as informações da comunidade em seu planejamento operacional e já está considerando os dados passados pela leitora para empregar os programas de patrulhamento no bairro citado. Acrescenta que denúncias podem ser feitas pelo 190, 0800-555190 e www.policiamilitar.sp.gov.br. Calçadas paulistanas Muito boa a entrevista publicada em 21 de julho no Caderno Metrópole (Falta um manual técnico para calçadas paulistanas, C6), com o engenheiro colombiano Germán Guillermo Madrid, especialista em vias públicas, na qual declara que o maior erro da administração pública é "não fazer nada". Salienta ainda que as calçadas de São Paulo estão em grande deterioração e que falta um manual técnico para elas. No Itaim Bibi, onde moro, andar pelas calçadas é um risco assumido: irregularidades de toda espécie, desnivelamento, buracos, guias destruídas, estreitamentos indevidos e outros. Não é preciso ir a Bogotá, na Colômbia, para ver o que é administração de calçadas. Basta ir a Curitiba, no Paraná, para se ter a noção do que deveria ser esse serviço. Proponho ao prefeito que envie, com urgência, técnicos para essa cidade e não fique no "não fazer nada". MARIA HELENA P. BARROS São Paulo Pandemia e precaução Estou indignada com o alarde que vem sendo dado sobre a gripe A. Cheguei ao Brasil em 17 de julho, às 5 horas, após um voo internacional e fui obrigada a ficar duas horas numa sala pequena com cerca de 500 pessoas que chegaram de vários países. Nem os agentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nem os da Polícia Federal se mobilizaram para deixar a fila mais ágil. Se houvesse alguém infectado, com certeza poderia ter contaminado os demais. Além da aglomeração, o local estava frio, condições que propiciam o contágio pelo vírus da gripe. Não entendi a demora para liberar os passageiros, já que não estávamos em época de feriado prolongado nem em horário de pico. ELISABETH MONTEIRO São Paulo As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

, O Estadao de S.Paulo

24 Julho 2009 | 00h00

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