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Após apagão elétrico no Amapá, operadoras liberam sinal de internet e telefone

Clientes de uma companhia poderão usar gratuitamente as redes das demais empresas; parte da energia foi restabelecida neste sábado, mas serviço funciona com rodízio

Patrik Camporez, O Estado de S.Paulo

07 de novembro de 2020 | 21h49

BRASÍLIA - Diante do blecaute quase generalizado desde terça-feria, 3, no Amapá, operadoras de telecomunicações decidiram liberar o acesso a ligações e serviços de internet no Estado. Neste sábado, 7, a energia começou a ser retomada em Macapá e algumas outras regiões, mas o serviço vai funcionar com rodízio. A previsão do governo Jair Bolsonaro é de que o serviço só volte ao normal na próxima semana. Nas ruas, a população ainda sofre com a falta de água e comida. 

Com a medida das operadoras, que já está em vigor, os clientes de uma operadora poderão utilizar gratuitamente as redes das demais nos municípios afetados. Numa nota conjunta, as empresas Claro, Oi, Vivo e TIM anunciaram a liberação do roaming no Estado já está valendo a partir deste sábado.n“Com isso, os usuários terão mais alternativas para acessar os serviços de internet e telefonia no Estado”, informou a Conexis Brasil Digital, marca do SindiTelebrasil, entidade que representa o setor de telecomunicações no País.

Apesar da iniciativa para minimizar os transtornos causados à população pelo não fornecimento de energia, as empresas de telecomunicações também se dizem atingidas pelo problema. “Isso porque elas dependem de eletricidade para oferecer os seus serviços e também têm tido dificuldades no acesso à energia e combustíveis. Para o enfrentamento da situação, as operadoras estão em contato com os governos federal, estadual e com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que é o órgão regulador do setor”.

As empresas de telecomunicações declararam que estão deixando a competição em segundo plano com o objetivo de atuar em conjunto para ajudar a população local. “As empresas de telecomunicações estão trabalhando em conjunto em prol da população do Amapá durante a crise energética que atinge o estado”, finaliza a nota.

 

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