Prefeitura de Rio Branco
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Após enchentes, número de casos de leptospirose dobra em Rio Branco

Apenas na primeira quinzena de março, capital do Acre tem 91 casos confirmados; desde o início do ano são 319 notificações da doença

Itaan Arruda, Especial para O Estado

17 de março de 2014 | 21h42

RIO BRANCO - A capital do Acre, Rio Branco, corre risco de ter surto de leptospirose durante retorno das famílias para as casas no período pós-enchente. Na primeira quinzena de março já são 91 casos confirmados.

O número é quase o dobro de confirmações registradas no mesmo período do ano passado quando, durante todo o mês, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) confirmou 101 casos. Nos primeiro trimestre desse ano, o município de Rio Branco já tem 319 notificações.

A Secretária de Saúde de Rio Branco, Marcilene Alexandrina, esclarece, no entanto, que as notificações são suspeitas da doença, e não confirmação. A secretária relata ainda que a Semsa mantém a estratégia de monitorar os casos de febre com possibilidade para diagnóstico de dengue ou leptospirose.

Uma vez feitos os exames para dengue, caso os resultados sejam negativos, a prefeitura passa a trabalhar com a hipótese de ser leptospirose. "A não ser que o paciente apresente, de imediato, além da febre, a dor na panturrilha, característica da leptospirose", diferencia.

O Rio Acre já começa a apresentar sinais de vazante e o retorno para as residências exige cuidado especial para que as pessoas não entrem em contato com a urina dos ratos. Nesta segunda-feira, 17, pela manhã, o governador Tião Viana, o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, e lideranças comunitárias participaram do lançamento do Mutirão de Limpeza nos bairros.

As áreas prioritárias foram definidas em reunião conjunta com o movimento comunitário no último sábado.

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