WILTON JUNIOR/ESTADÃO
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Após morte de policial, investigadores aderem a motim da PM em Vitória

Associação representa parte da categoria e outra assembleia será realizada nesta quinta-feira

Marcio Dolzan, O Estado de S. Paulo

08 Fevereiro 2017 | 12h33

VITÓRIA - Uma assembleia da Associação de Investigadores da Polícia Civil do Espírito Santo (Assinpol) realizada pela manhã decidiu pela paralisação parcial dos policiais civis a partir desta quarta-feira, 8, aderindo ao motim da Polícia Militar. A decisão foi tomada em protesto contra a morte do policial Mário Marcelo de Albuquerque, assassinado na terça-feira quando se deslocava de Vitória para Colatina.

Apenas 30% do efetivo deve trabalhar, o que poderá atrapalhar ainda mais os trabalhos no Departamento Medico Legal (DML) de Vitória. No início desta tarde, os policiais saíram em passeata em direção ao Quartel Central da Polícia Militar para se juntar às mulheres dos PMs que protestam desde sábado.

O efetivo total de policiais civis no Espírito Santo é composto por 3,2 mil servidores, e a Assinpol não é o principal sindicato da categoria, pois reúne cerca de 800 agentes. Uma assembleia marcada para esta quinta-feira, 9, pelo Sindicato dos Policiais Civis (Sindipol), deverá decidir sobre a paralisação ou não. É o Sindipol que representa oficialmente a categoria.

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