Lucas Landau / Reuters
Lucas Landau / Reuters

Após mortes, Crivella promete rever protocolo para acionamento de sirenes

Sirenes são acionadas quando o índice pluviométrico atinge 45 milímetros, acima do que caía no Morro da Babilônia no momento do deslizamento

Marcio Dolzan, O Estado de S.Paulo

09 de abril de 2019 | 10h44

RIO - O prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), disse na manhã desta terça-feira, 9, que a prefeitura irá rever o protocolo para acionamento de sirenes nas favelas do Rio. O sistema - que alerta os moradores para o risco de deslizamento quando há fortes chuvas - não evitou que duas pessoas morressem soterradas no Morro da Babilônia, na zona sul, na noite de segunda.

"Sem dúvida esse incidente na Babilônia vai nos fazer rever essa situação", disse o prefeito. "Vamos estudar, nesses lugares críticos, diminuir ainda mais o índice pluviométrico, para tentar remediar problemas."

As sirenes são acionadas quando o índice pluviométrico atinge 45 milímetros, acima do que caía no morro no momento do deslizamento. Segundo Crivella, choveu 39 milímetros em uma hora no Morro da Babilônia.

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