Após mortes em presídio e ataques a ônibus, São Luís tem onda de boatos

Escolas dispensaram os alunos e o comércio do centro da cidade fecharam mais cedo

Ernesto Batista, Especial para o Estado

10 Outubro 2013 | 15h18

SÃO LUÍS - Após briga de facções que deixou 9 mortos e 20 feridos  na Casa de Detenção (Cadet) do Complexo Penitenciário de Pedrinhas e bandidos queimarem ônibus, uma onda de boatos se espalhou por São Luís. Colégios particulares dispensaram os alunos da manhã mais cedo e cancelaram as aulas da tarde. O comércio do centro da cidade fechou as portas e repartições públicas encerraram o expediente mais cedo.

O governo estadual está convocando os policiais que estavam de férias e de folga e patrulhas ostensivas estão sendo feitas pelas Polícias Militar e Civil na tentativa de evitar ações de criminosos.

Nesta manhã, houve boatos de que teriam ocorrido tiroteios em um shopping e em uma universidade particular, arrastões no centro da capital e ataques em diversas áreas da cidade, porém nenhum deles se confirmou.

Chegou-se a divulgar nas redes sociais que uma das facções tinha tentado invadir o Hospital Municipal Clementino Moura - o Socorrão II - para onde os feridos na rebelião foram levados, para resgatar um detento e executar outro, porém nada se confirmou e o policiamento foi reforçado no local.

Mais conteúdo sobre:
rebeliãoMaranhão

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.