Arma de Alves foi roubada em Olinda, há 20 anos

A arma utilizada por Lindemberg Alves para manter Eloá Cristina Pimentel e Nayara reféns pertencia a um homem que mora no Recife (PE), segundo apurou a Polícia Civil de Santo André, no ABC paulista. O antigo dono contou que o revólver foi roubado há cerca de 20 anos, quando foi deixado no banco de uma Kombi em Olinda. Entretanto, ainda de acordo com a polícia, a arma registrada era de calibre 38, e não 32, conforme ficou constatado. Agora, os investigadores querem saber se houve alguma alteração no equipamento ou se ocorreu erro no registro de apreensão do revólver na sexta-feira. A polícia diz ter certeza de que os tiros que mataram Eloá e feriram Nayara foram disparados pela arma calibre 32 de Alves. Segundo Santos, além de atirar em Eloá Cristina e Nayara, ele disparou, na segunda-feira, no início do cárcere privado, contra um sargento da Polícia Militar - Atos Valeriano, primeiro negociador a lidar com o seqüestrador do Jardim Santo André - que não chegou a ser atingido. INDICIAMENTO Mesmo assim, segundo o delegado Luiz Carlos dos Santos, seccional de Santo André, Lindenberg Alves responderá por homicídio doloso (intencional), cárcere privado de quatro pessoas, duas tentativas de homicídio, além de cárcere privado e periclitação de vida (expor alguém a perigo).

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