Arquiteto da ONU defende urbanização de favelas

Melhorar moradias precárias é mais eficiente e barato do que construir novas unidades. Para o arquiteto Pietro Garau, professor da Universidade de Roma e um dos coordenadores da força-tarefa da Organização das Nações Unidas (ONU) de urbanização de favelas, isso permite maior integração entre a comunidade e melhor aproveitamento de recursos públicos. Numa semana em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o empenho de R$ 5,3 bilhões no setor, a afirmação soa como dica para atingir 359 mil famílias este ano. O objetivo dessa força-tarefa, uma das dez criadas pela Declaração do Milênio, é melhorar as condições de vida de 100 milhões de favelados até 2020. Em todo o mundo, estima-se que cerca de 1 bilhão de pessoas vivam em moradias inadequadas. Garau participou esta semana em São Paulo do seminário Força-Tarefa Mundial de Urbanização de Favelas, no qual ouviu autoridades municipais e federais. Em entrevista ao Estado, elogiou programas habitacionais do Município, assim como a solidariedade dos paulistanos que vivem em favelas. "Heliópolis tem um clima de alegria diferente de outros lugares."Leia aqui a entrevista do arquiteto Pietro Garau

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