Assassinatos em SP não têm motivação política, diz Alckmin

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse esta manhã não acreditar que os recentes ataques no Centro da cidade de São Paulo a moradores de ruas possam ter motivação política, relacionada com a proximidade das eleições municipais. Na madrugada de hoje, mais quatro mendigos foram agredidos e uma das vítimas, uma mulher de cerca de 40 anos, morreu. Segundo Alckmin, todo o efetivo policial está empenhado na elucidação do caso. "A polícia já está toda reforçada e integrada, contamos com todo o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e agora ainda estamos colocando a Rota em toda a região do centro expandido de São Paulo", afirmou. Apesar de não adiantar detalhes da investigação, o governador garantiu que a polícia está chegando à conclusão dos crimes e que todos os responsáveis serão presos. Ele aproveitou ainda para cobrar ações da prefeitura. "A questão policial está bem encaminhada. Agora, o que deveria ser feito é um esforço para tirar estas milhares de pessoas que dormem nas ruas. Essa é uma tarefa que cabe ao município". SeqüestrosAo elogiar o trabalho da polícia, Alckmin informou que, também nesta madrugada, foi solucionado o último caso em andamento de seqüestro de criança, mantida em cativeiro no Estado. De acordo com as informações, três seqüestradores foram presos e a vítima liberada, sem o pagamento de resgate pela família. Agora, segundo o governador, resta apenas um caso de seqüestro em São Paulo para ser resolvido. Alckmin participou de caminhada esta manhã ao lado do candidato à prefeito de SP, José Serra (PSDB), no bairro de Cidade Vila Nova, em São Miguel Paulista, zona Leste da capital.

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