Assassino português falha em tentativa de fuga

O português Luiz Miguel Militão Guerreiro, condenado a 150 anos de prisão por ter planejado a chacina de seis conterrâneos, em 12 de agosto do ano passado, na Barraca Vela Latina, na Praia do Futuro, vai passar 30 dias sem receber visitas. Isso porque ele tentou fugir na noite de segunda-feira do Instituto Penal Paulo Sarasate (IPPS) após serrar as grades da cela onde está preso, na ala de segurança máxima do presídio - conhecida como "selva de pedra". A tentativa de fuga surpreendeu a diretoria do IPPS, que diz que o português tem sido um preso com comportamento considerado bom. Guerreiro foi preso no dia 23 de agosto do ano passado em Codó, no Maranhão, sendo trazido em seguida para Fortaleza, onde ficou na sede da Polícia Federal. Ele havia planejado a chacina dos seis portugueses, que tinham acabado de chegar ao Ceará para férias. O crime teve repercussão mundial. Condenado no dia 21 de fevereiro deste ano, ele foi transferido com os outros cinco participantes da chacina para o IPPS. Ultimamente, a única pessoa que o visitava era a mulher, a cearense Maria Leandra, com quem ele tem um filho.

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