Assessor de Chiquinho da Mangueira terá sigilo quebrado

A polícia vai pedir à Justiça a quebra do sigilo telefônico do major da Polícia Militar Edimilson Silva Santos, de 33 anos, que morreu com mais de dez tiros na noite de quarta-feira, em São Gonçalo, no Grande Rio. Os dois telefones celulares da vítima foram roubados, assim como a pistola e a carteira policial. Ele trabalhava na Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj) como assessor do secretário estadual de Esportes, Francisco de Carvalho, o Chiquinho da Mangueira.O delegado titular da 74ª delegacia de polícia José William de Medeiros, acredita que o crime "não é coisa de traficante". "O crime pode ter sido cometido por pessoas próximas. Estamos investigando todas as hipóteses, mas, por enquanto, a versão de um assalto está em segundo plano?, disse.Santos foi enterrado hoje no cemitério Parque da Paz, em São Gonçalo. Cerca de 200 pessoas, entre amigos, parentes e policiais que trabalharam com ele estiveram presentes. Chiquinho da Mangueira compareceu ao velório, mas saiu antes do enterro. ?Eu não estive com ele no dia do crime. Não posso dizer qual é a razão disso. Era um bom profissional, bom amigo. Lamento muito.?

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