Ministério da Justiça
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Ataques no Ceará chegam ao 16º dia com explosão em poste de metrô e tiroteio em agência bancária

Mais de 200 ações violentas foram registradas na capital e municípios cearenses nas últimas semanas; 384 pessoas foram presas por participação em atos criminosos

Renata Okumura, O Estado de S.Paulo

17 de janeiro de 2019 | 11h02
Atualizado 17 de janeiro de 2019 | 13h27

SÃO PAULO - A violência em Fortaleza e cidades cearenses chega ao 16º dia com explosão em poste de energia do Metrô de Fortaleza (Metrofor) e ataque à agência bancária da cidade.

Segundo o tenente Romário Fernandes, do Corpo de Bombeiros do Ceará, uma viatura foi enviada na madrugada desta quinta-feira, 17, para atender a ocorrência de um incêndio em um agência bancária no bairro de Aerolândia, na zona leste da capital. "Ao chegar ao local, não havia fogo. A Polícia Militar já estava atendendo a ocorrência e informou que criminosos invadiram a agência e houve troca de tiros. Ninguém se feriu.

Ainda na madrugada desta quinta-feira, o Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência de uma explosão em um poste de energia do metrô. O Metrofor informou que o artefato foi colocado entre as estações Couto Fernandes e Juscelino Kubitschek. Não houve danos estruturais e o transporte público funciona normalmente.

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informa que aumentou para a 384 o número de pessoas presas ou apreendidas por participação nos atos criminosos registrados no Ceará. "As prisões e apreensões registradas na Capital, Região Metropolitana e Interior são oriundas de ações das forças de segurança cearenses e entidades parceiras, que atuam incessantemente para garantir tranquilidade a todos os cidadãos cearenses e a normalidade no funcionamento dos serviços públicos", destacou a nota.

Força Nacional. Desde sábado, 5, agentes da Força Nacional atuam no Ceará. O pedido foi feito pelo governador do Estado, Camilo Santana (PT), ao ministro Sérgio Moro, da pasta de Justiça e Segurança Pública. O Ceará registrou uma onda de ataques a prédios, estabelecimentos públicos, bancos e ônibus no interior e na capital.  

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