Atividade principal é de inteligência e monitoramento

Atividade principal é de inteligência e monitoramento

Cenário:

Roberto Godoy, O Estado de S.Paulo

31 de março de 2010 | 00h00

A instalação multifunção que eventualmente será criada no Rio, está mais para uma agência de inteligência, e menos para uma base militar. Essa condição seria inaceitável para o governo brasileiro, que já se manifestou, por exemplo, contra a presença de tropas americanas em bases militares instaladas na Colômbia. A agência, todavia, é importante como plataforma de monitoramento, coleta de dados e coordenação dos trabalhos de repressão ao tráfico de drogas, mercado negro de armas e na guerra ao terror - nessa ordem, que é a seguida no Brasil. Não é uma sede militar porque não terá contingente nem sistemas de combate. O modelo permite ações combinadas de pessoal civil com informações obtidas pelas Forças Armadas. Também dá acesso à infraestrutura, como os sensores do centro regional que o governo americano está instalando nas ilhas de São Tomé e Príncipe para cobrir 3,3 mil km no Atlântico Sul. No caso do Rio, o comando estaria sempre a cargo de autoridades brasileiras.

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