Ato contra 'golpismo midiático' ataca Serra

Com apoio de cinco centrais sindicais, além do PT, PC do B, PSB e MST, cerca de 300 pessoas se reuniram ontem no auditório do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, no centro da capital paulista, para o ato Em defesa da democracia e contra o golpismo midiático.

, O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2010 | 00h00

O evento, proposto pelo Centro de Mídia Alternativa Barão de Itararé, entidade que defende a democratização na comunicação, foi palco para críticas ao presidenciável tucano, José Serra, afagos à petista Dilma Rousseff e ataques à "mídia altamente concentrada e manipuladora".

O presidente da entidade, Altamiro Borges, atacou em seu discurso o que considera um "falso moralismo" e "unilateralismo" de setores da mídia. "Estamos contra o golpismo midiático, não contra a imprensa", afirmou.

Para o presidente do sindicato, José Augusto Camargo, há setores da imprensa que usam "manipulação" e "técnicas de convencimento". "É golpe quando se usa alguns recursos para mudar o curso natural das coisas. Estamos falando no curso das eleições, mas se pode falar em várias coisas", afirmou.

O ato deve originar um documento, a ser publicado, em que serão estabelecidas diretrizes para acelerar a "democratização da imprensa".

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