Autor de seqüestro relâmpago passará a ter pena maior

O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Rodrigo César Rebello Pinho, vai recomendar a todos os promotores de Justiça do Estado que passem a denunciar autores de seqüestro relâmpago por crimes de roubo e extorsão mediante seqüestro. A medida vai fazer com que os acusados por este tipo de delito fiquem sujeitos a penas de mais de 15 anos de prisão, em vez de 5 anos e 4 meses por roubo qualificado, como ocorre atualmente.O secretário da Segurança, Saulo de Castro Abreu Filho, que apóia a sugestão formulada pelos promotores do Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial, alertou que o Ministério Público Estadual (MPE) deve acatar a medida como um todo. "Senão, sobra para o delegado que pode ser acusado de abuso de autoridade", afirmou.

Agencia Estado,

07 de abril de 2004 | 04h18

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