Auxílio-doença negado

Meu ex-marido, Albert Seid, entrou com pedido de aposentadoria por invalidez no INSS, que, pela segunda vez, foi recusado. Ele é portador da doença de Parkinson há 12 anos. Quando fez a solicitação pela primeira vez, o médico-perito pediu para que ele realizasse um exame para provar que sofria da doença. Um absurdo, pois não existe um exame específico que confirme o diagnóstico. No caso dele, o diagnóstico foi feito por um renomado médico. Após o primeiro indeferimento, ele entrou com o Pedido de Reconsideração de Decisão, que foi indeferido novamente, no dia 10 de junho, dizendo que o motivo era: inexistência de incapacidade laborativa. Eu gostaria que o sr. Valdir Moyses Simão, presidente do INSS, recebesse Seid para que ele próprio avaliasse seu estado de saúde. Um homem que precisa de ajuda para ir ao INSS, não tem condições de dirigir, tem dificuldade para falar, para se alimentar e cuidar até de sua higiene pessoal conseguiria trabalhar?

, O Estadao de S.Paulo

04 de setembro de 2009 | 00h00

EGLE SEID

São Paulo

A assessora de Comunicação Social do INSS-SP, Magali Leme, esclarece que o segurado protocolou um pedido de auxílio-doença, que foi indeferido em 15 de maio por não ter sido reconhecida sua incapacidade para o trabalho. Depois disso, o sr. Albert Seid recorreu da decisão por meio de um Pedido de Reconsideração (PR), que também foi indeferido pelo mesmo motivo, em 10 de junho. O prazo para que o segurado contestasse o indeferimento por meio de um processo de recurso expirou, pois são 30 dias contados da data de ciência do segurado.

Qual é o papel da PM?

No dia 20 de julho, por volta das 21 horas, ao aguardar a abertura do semáforo no cruzamento da Avenida Giovanni Gronchi com a Rua Dr. Francisco Degni, na zona sul, presenciei um assalto. Bandidos quebraram o vidro do carro de uma senhora, roubaram sua bolsa e desceram a pé em direção à Favela Paraisópolis. Prestei socorro à vítima e juntos aguardamos a polícia. Em 1.º de agosto, vi outro assalto que ocorreu de maneira idêntica, só que a vítima era uma jovem. No mesmo cruzamento, recebi a notificação de multa por falar ao celular. Se os assaltos são constantes na região, qual é o papel da polícia e do Estado: multar ou coibir o crime?

DANIEL ROSSI

São Paulo

A Polícia Militar (PM) não respondeu.

Limite de velocidade

O trecho inicial da Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro deveria ser chamado de "arrecadador de multas". Apesar de ter longos trechos retos, com asfalto bem conservado, acostamento e ampla visibilidade, a velocidade máxima permitida é de 80 km/h. Se o motorista se descuidar e acelerar, será multado por uma das câmeras escondidas. Creio que os frequentadores de Campos do Jordão já foram multados por excesso de velocidade várias vezes. Os órgãos competentes deveriam reavaliar a velocidade máxima permitida para esse trecho.

WALTRAUT HELENE LAY

São Paulo

O Departamento de Estradas de Rodagem informa que os limites de velocidade da Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123) obedecem a características técnicas do trecho, que foram definidas a partir da velocidade diretriz (classe e topografia da via), dos limites de escorregamento em curvas e tombamentos laterais, das distâncias mínimas de visibilidade de parada, sinuosidade, etc. A rodovia tem um traçado sinuoso (com vários aclives e declives) e, por isso, demanda cuidados com a segurança rodoviária. Para coibir abusos e evitar acidentes, foram adotados medidores de velocidade, que estão protegidos, e não escondidos, e também sinalizados com as placas indicativas de fiscalização eletrônica e de velocidade máxima permitida. Os pontos de fiscalização estão no site www.der.sp.gov.br.

Terminais de ônibus

Li no Estadão (29/8) matéria sobre a iniciativa da Prefeitura em ampliar o número de terminais de ônibus nas proximidades das estações de Metrô. Acho essa iniciativa excelente. Porém, dos locais mencionados na reportagem, não consta a Estação Tucuruvi, na zona norte. Por essa estação passa toda a frota de ônibus que parte de vários bairros da zona norte com destino ao Metrô e também de cidades importantes da Grande São Paulo. Os ônibus utilizam as calçadas de pedestres como terminal de passageiros. Como são calçadas comuns, a aglomeração é inevitável. Quando chove, o desconforto é enorme, pois os pontos não são cobertos. A Prefeitura deveria construir um terminal de ônibus decente nessa estação.

REINALDO DE OLIVEIRA

São Paulo

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