Baixada Santista teme remanejamento de vagas na PM

A reformulação da Polícia Militar levantou uma preocupação na Baixada Santista, região que não terá o número de batalhões elevado: a possível perda de efetivo para atender às dez novas unidades criadas em outras cidades. "A região não necessita de novos batalhões, com exceção de Santos, que comporta mais um, mas é importante que o efetivo seja completado", disse o coronel da reserva José Marques Trovão Neto, subsecretário para assuntos de segurança da prefeitura de Praia grande.A preocupação de Trovão é com um eventual remanejamento de pessoal para os batalhões criados, o que agravaria a situação da Baixada Santista. Ele entende que o batalhão de Praia Grande, com efetivo fixado em 370 PMs, está com 80 homens a menos no efetivo. "Isso é mais grave quando sabemos que há necessidade de ampliar o efetivo para 450 policiais para atender a população de 215 mil habitantes", comentou.Essa situação se repete nos outros batalhões e ele acha que a prioridade regional é completar o efetivo fixado. "Santos talvez seja a única cidade da região que comporte um novo batalhão", completou o coronel José Marques Trovão Neto.

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