Bandido ataca polícia de SP para entrar no PCC

Atirar em policiais virou moeda de troca para o pagamento de dívidas com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). E também um meio de entrar para a organização. Foi isso que a polícia constatou com a prisão de Jeferson Luís da Silva Oliveira, o Jeguinho, de 20 anos, e seu cunhado Edmilson Barbosa Batista, o Pit, acusados de participar do ataque à base da Polícia Militar no bairro em Santa Cruz dos Navegantes, no Guarujá, no litoral paulista.Ocorrido no dia 3, o atentado deixou o soldado Fernando da Silva Bezerra ferido. Ele só não morreu porque o colete à prova de balas impediu que dois tiros atingissem seu peito. A polícia chegou aos dois porque investigava a participação de Jeguinho no tráfico de drogas. Tanto Jeguinho quanto Pit negaram participação no crime em seus depoimentos. Ambos, porém, foram reconhecidos pelo policial ferido. Segundo a polícia, Jeguinho devia favores ao PCC e pensou em pagá-los atacando a base. Além disso, queria entrar na facção.Desde que os ataques começaram, a polícia prendeu 28 pessoas acusadas de participar dos ataques ou de ter ligações com o PCC - entre eles um policial militar, que fornecia armas para o bando acusado de matar um cabo da PM em uma das ações. O policial foi autuado em flagrante por formação de quadrilha.

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