Bar onde garçom foi morto é pichado contra acusado

Garçom foi esfaqueados por jovens na madrugada de uma sexta-feira nos Jardins

Agencia Estado

03 Julho 2007 | 15h42

Depois da prisão de Peterson Caldeira da Silva, de 20 anos, acusado de envolvimento no assassinato do garçom John Clayton Moreira Batista, de 19 anos, nos Jardins, um grupo de pichadores escreveu contra Peterson no muro do bar onde Batista foi esfaqueado, no dia 22 de junho. A pichação foi feita na noite de segunda-feira, 2, no bar conhecido como Amarelinho, na esquina da Rua da Consolação com a Alameda Lorena. A frase "Peterson covarde, a justiça agora será feita", é assinada pelo grupo que se identifica como Túmulos, Trolhas, Bereta, Os Bicho Vivo, Malignos e DMN. Peterson Caldeira da Silva, de 20 anos, foi preso pela polícia na casa de sua tia, em Embu, na Grande São Paulo, onde tentou escapar dos policiais escondendo-se debaixo de uma cama. Em depoimento mo 78º Distrito Policial, onde o crime é investigado, Silva negou ter golpeado o coração da vítima e colocou a culpa no menor P., de 13 anos, que se apresentou na sexta-feira, 29, mas foi liberado enquanto a Vara da Infância e Juventude decide por sua internação. Continuam presos o operador de telemarketing Joale Antonio da Silva, de 21 anos, o mecânico William Claro de Lima, de 20 anos, e os estudantes Felipe Navarro Silva, de 19 anos, e Felipe de Lima Amorin, de 18. Foram ainda detidos uma jovem de 17 anos, namorada de Amorim, uma de 15 anos e outras duas pessoas, uma de 17 anos e outra de 15. Segundo a Polícia Civil, o grupo seria formado por punks de famílias de classe média.

Mais conteúdo sobre:
esqueamento garçom assassinado

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.