Belo Horizonte tem trânsito lento para acesso ao Mineirão

Além da Pampulha, tráfego é intenso na região de Venda Nova, por causa da interdição da Avenida Pedro I após a queda de um viaduto

Marcelo Portela, O Estado de S. Paulo

08 de julho de 2014 | 16h22

BELO HORIZONTE - O trânsito está lento desde o início da tarde desta terça-feira, 8, em diversas áreas de Belo Horizonte, com destaque para a região da Pampulha, onde está o Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão. Às 17h, Brasil e Alemanha se enfrentam na arena e o tráfego tem diversos pontos de retenção nos acessos ao estádio.

Além da Pampulha, o tráfego também é bastante complicado na região de Venda Nova pelos dos desvios que tiveram que ser criados para quem sai da área norte da capital em direção ao Mineirão, por causa da interdição da Avenida Pedro I. O tráfego na via está totalmente interditado desde a quinta-feira, 3, quando o Viaduto Guararapes desabou sobre as pistas.

No início da tarde terminou o trabalho de demolição da parte da estrutura que foi autorizada pela Justiça - outra parte terá que ser preservada para a conclusão da perícia da Polícia Civil. Operários já iniciaram o trabalho de limpeza da Pedro I, mas a avenida ainda deve passar por reparos e será submetida a uma avaliação técnica antes de ter o tráfego liberado, o que deve ocorrer apenas na quinta-feira.

A avenida é o principal acesso ao Mineirão para quem chega a Belo Horizonte pelo Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana da capital. Os passageiros que desembarcam no terminal são obrigados a seguirem pela Avenida Cristiano Machado, continuação da rodovia MG-010, que também tem trânsito bastante lento desde o início da tarde.

Investigação. Por meio de nota, a Polícia Civil informou que peritos acompanharam todo o processo de demolição, inclusive fazendo registros fotográficos e coletando materiais "surgidos durante o processo" que, segundo a nota, "serão importantes para a elaboração do laudo final" que dará suporte ao inquérito instaurado pela 3ª Delegacia Regional de Venda Nova. 

Segundo a polícia, apenas após a conclusão da demolição parcial e da remoção dos escombros será possível concluir os "exames complementares" na área em torno do pilar que afundou seis metros, que foi preservada por determinação da Justiça.

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