Bilhete Único cancelado

Por volta das 6h30 do dia 9 de dezembro, meu cartão de Bilhete Único não passou no ônibus que eu tomara para ir ao trabalho. Estava sem nenhum centavo no bolso. Apesar do constrangimento, tive a sorte de um amigo, que me acompanhava, pagar a passagem. Quando cheguei ao trabalho, telefonei para a SPTrans. A atendente informou que o bilhete estava bloqueado por utilização indevida e que eu deveria comparecer no posto da Rua 15 de Novembro para saber o que ocorrera. Isso não procede porque estava tudo bem até o dia anterior, quando fui do trabalho para casa. DOUGLAS PEREIRA DE PAIVA São PauloA SPTrans esclarece que em 4 de outubro o cartão de vale-transporte do leitor sr. Paiva foi utilizado 15 vezes, e em 7 ocasiões num mesmo ônibus que fazia a Linha 4734 (Vila Moraes - Metrô Saúde), entre 23h37 e 23h38. Por conta disso, o sistema considerou o uso abusivo e indicou uma possível fraude. Informa também que o cartão foi cancelado em 9 de dezembro e o leitor, no dia 11, retirou a segunda via. A SPTrans esclarece que a média de uso dos passageiros que têm vale-transporte é de 3,5 viagens por dia. Com relação à cobrança da taxa de 7 tarifas (R$ 16,10), explica que ela se refere ao serviço de rastreamento para apurar os créditos existentes no cartão. A SPTrans esclarece que o vale-transporte é regido pela Lei Federal 7.418, de 16/12/1985, e regulamentado pelo Decreto 95.247, de 17/11/1987, que dizem que o beneficiário deve usá-lo exclusivamente para seu deslocamento da casa ao trabalho e vice-versa. A declaração falsa ou uso indevido constituem falta grave. SolidariedadeNum dia de muita chuva em São Paulo meu carro deslizou numa poça de óleo e foi parar dentro da guia da rua. Consegui sair do local e o deixei em um lugar seguro, em frente ao Corpo de Bombeiros, na Avenida Nova Cantareira, no Tucuruvi. No dia seguinte, fui ao local com um mecânico e o conserto levou umas duas horas. Nesse tempo vi uma enorme quantidade de cidadãos fazendo doações. A cada instante chegava um carro trazendo ajuda para o pessoal de Santa Catarina. Nesse tempo, o pátio do estacionamento do Corpo de Bombeiros já estava lotado de mercadorias de todos os tipos. Fiquei muito feliz em ver tamanha solidariedade! Meu problema ficou muito pequeno perto do que acabara de ver. Parabéns ao povo que mora em nossa querida São Paulo!MILTON DE ABREU CAVALCANTESão PauloAtrasos nos aeroportosPara acabar com os atrasos nos aeroportos e obrigar as empresas aéreas a respeitarem os passageiros, basta aplicar pesadas multas por vôo atrasado e impedir a decolagem de aviões da companhia transgressora até o pagamento. Mas, precisamos de autoridade, algo que não temos no País. SILVIO DE BARROS PINHEIRO SantosPresente de NatalMeu neto, de 10 anos, embarcou para Salvador (BA) pela Varig/Gol, no dia 23. Segundo os noticiários, a companhia é a que registrou mais atrasos em vôos. Por isso, saí de casa uma hora mais cedo. Para minha surpresa, apesar das filas enormes, em 15 minutos fizemos o check-in. Meu neto foi à sala de embarque no horário e o avião decolou só com 25 minutos de atraso. Encontrei um conhecido que trabalha na Aeronáutica e ele me contou as mazelas do setor. Conclui que as empresas aéreas estão mais preparadas para enfrentar o aumento de demanda na época de festas do que o governo, que insiste em dizer que não há problemas. CARLOS E. BARROS RODRIGUESSão PauloObras incompletasNo dia 21 de dezembro uma forte chuva que atingiu a cidade desmascarou a mentira contada pelo governo de São Paulo. As pistas centrais da Via Anchieta, na altura do quilômetro 10, foram bloqueadas em razão do transbordamento do Ribeirão dos Couros, perto da divisa de São Bernardo do Campo e São Paulo. Foram prometidos três piscinões, mas até hoje só existe um. Governador Serra, onde estão os três piscinões que seriam construídos para conter as águas?JOÃO GILBERTO LÚCIOSão Caetano do SulO efeito das chuvasO prefeito Gilberto Kassab, cuja boa gestão a população reconhece, precisa agir imediatamente para reduzir os impactos da forte chuva de verão cortando e podando árvores, limpando os bueiros e tornando permanente a coleta de lixo. As marginais e as vias não suportam meia hora de chuva! Sem um trabalho eficiente e efetivo, a cidade de São Paulo viverá dias de completo caos!CARLOS HENRIQUE ABRÃOSão Paulo

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