Bola vai negar ter assassinado Eliza Samudio

Estratégia da defesa do ex-policial é negar a participação do réu na morte da amante do goleiro Bruno

ALINE RESKALLA, ESPECIAL/ESTADÃO

19 Abril 2013 | 16h11

BELO HORIZONTE - Os advogados do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, vão negar qualquer envolvimento dele na trama que resultou na morte da amante do goleiro Bruno, Eliza Samudio. Bola será julgado nesta segunda-feira, dia 22 de abril, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, acusado se ser o executor de Eliza. "A situação dele e difícil, o trabalho será árduo, mas nos acreditamos na absolvição" , afirmou o advogado Fernando Magalhães, um dos três defensores do réu. Sobre o fato do goleiro, condenado em marco a 22,3 anos de prisão, ter citado nominalmente Bola como o homem que asfixiou Eliza, Magalhães afirmou que "Bruno apenas afirmou ter ouvido isso de Macarrão". Luiz Henrique Romão, o Macarrão, já havia sido condenado em novembro, depois de ter confessado parcialmente envolvimento no crime.

 

Ele foi sentenciado a 15 anos de prisão. "O Macarrão hora nenhuma citou o nome do Marcos Aparecido", disse Magalhães. A expectativa dos advogados de Bola, cuja situação se complicou após o depoimento de Bruno ao Tribunal do Juri, e de que o julgamento dure de "de sete a dez dias". "So para uma das testemunhas temos perguntas para 24 horas seguidas, afirmou.

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