Bombeiros intensificam busca a irmãs desaparecidas após naufrágio no DF

Segundo o comandante de Operações do Corpo de Bombeiros de Brasília, 28 mergulhadores trabalham nas buscas no Lago Paranoá, que recomeçaram às 6h

Agência Brasil

23 de maio de 2010 | 14h37

BRASÍLIA - O Corpo de Bombeiros de Brasília intensificou neste domingo, 23, as buscas por Liliane e Juliana Queiroz Lira, de 18 e 21 anos, as duas irmãs desaparecidas na madrugada do último sábado, 22, depois do naufrágio de uma lancha no Lago Paranoá.

 

Segundo o comandante de Operações do Corpo de Bombeiros de Brasília, coronel Rogério Santos Soares, 28 mergulhadores trabalham nas buscas, que recomeçaram às 6h. A operação também conta com três barcos, dois jet skis e um helicóptero na busca de superfície. Um dos barcos está equipado com um sonar, equipamento que identifica a presença de objetos sob a água.

 

"O sonar faz a varredura em quadrantes de 50 metros, mas depois temos que verificar o que é", explicou o comandante. "A gente vai achá-las, mas o lago é gigante", afirmou.

 

Uma embarcação flutuante emprestada, com capacidade para 120 pessoas, está sendo usada como base, para distribuição de equipamentos e outros materiais às equipes de plantão. A profundidade no local em que o barco naufragou por volta das 3h30 de sábado é de 25 metros. Os bombeiros foram acionados mais de uma hora depois do acidente, às 4h45.

 

Seis pessoas foram resgatadas na água e duas nadaram até a margem do lago. As duas irmãs desaparecidas não sabiam nadar. Segundo o coronel Soares, a lancha que naufragou tinha capacidade para seis pessoas, mas estava com dez a bordo.

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