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Bombeiros procuram vítimas de desabamento

À 1 hora desta sexta-feira, equipes de resgate ainda procuravam possíveis vítimas soterradas nos escombros do edifício Areia Branca, que desabou por volta das 20h30 na cidade de Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana do Recife . Até o fim da noite, havia a informação não confirmada de que uma pessoa morreu no acidente. O edifício. localizado na Praia de Piedade, tinha 12 andares e 24 apartamentos. De acordo com o secretário-executivo da Comissão de Defesa Civil (Codecip), Alex Gomes, o síndico do edifício, Celso Júnior, disse que estava no prédio no momento do acidente, com outras cinco pessoas. Três delas podem ter ficado sob os escombros: o porteiro e dois operários de uma empresa contratada para fazer reparos no edifício. Outros dois operários conseguiram escapar do desabamento, mas, quando saíram correndo, foram atropelados na frente do edifício. Até o fim da noite eles estavam internados no Hospital Getúlio Vargas, no Recife, e não corriam risco de vida.O condomínio havia contratado a empresa por causa de uma fissura encontrada na caixa d?água do prédio. Na madrugada de Quinta-feira, os moradores ouviram estalos e chamaram o Corpo de Bombeiros. Um major dos bombeiros, Carlos D?Albuquerque, foi ao local e recomendou a saída dos moradores do edifício, mas descartou a possibilidade de desabamento do imóvel, construído havia 20 anos.VizinhosDe madrugada, moradores da vizinhança também ouviram estalos na estrutura. Os edifícios Solar da Piedade e Vilma Lúcia, que ficam ao lado do prédio que desabou, também foram desocupados, depois do acidente. No primeiro, o desabamento abriu buracos na parede lateral.O síndico do Areia Branca não responsabilizou ninguém pelo desabamento nem soube dizer o que pode ter causado o acidente. ?O que eu sei é que o prédio onde eu morava ruiu e eu perdi tudo.? Ele garantiu que todos os moradores haviam saído do prédio por precaução.Cerca de 230 homens entre bombeiros, policiais e equipes da Defesa Civil trabalharam na busca de possíveis feridos. Uma multidão foi para a Avenida Bernardo Vieira de Melo, altura do número 2.828, onde ficava o prédio, deixando o trânsito completamente congestionado ao sul da capital pernambucana. Por volta da meia-noite, as equipes começaram a retirar as partes maiores dos escombros e só depois fariam buscas mais minuciosas. Segundo Gomes, o trabalho estava sendo cuidadoso porque havia cheiro de gás no local.

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