Antonio Scorza/AFP
Antonio Scorza/AFP

Bope vai ficar no Complexo do Alemão por tempo indeterminado

Batalhão foi acionado para garantir a segurança na comunidade, onde uma policial foi morta nesta segunda-feira

O Estado de S. Paulo

24 de julho de 2012 | 12h29

O Batalhão de Operações Especiais (Bope) ficará no Complexo do Alemão por tempo indeterminado para patrulhar a comunidade, onde ataques de bandidos, na noite de segunda-feira, culminaram com a morte da policial militar Fabiana Aparecida de Souza, de 30 anos.

Por volta das 21h, a soldado, lotada na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília, foi atingida por um tiro de fuzil supostamente disparado por traficantes e morreu pouco depois de ser socorrida por colegas. Foi o primeiro caso de morte de um policial em serviço numa UPP.

Fabiana estava com colete à prova de balas, mas o equipamento não suporta tiros de fuzil, informou o coronel Rogério Seabra, coordenador da UPPs.

O policiamento foi reforçado em todo o entorno do Conjunto de Favelas do Alemão desde a noite de segunda-feira. Além do Bope, patrulhas do 16º Batalhão (Olaria) e do 22º Batlhão (Maré) estão circulando pela região em busca de suspeitos.

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