Brasileira é condenada por favorecer prostituição na Itália

Silene recebeu pena de 5 anos por exploração; ela e o cúmplice devem ser beneficiados pela redução de pena

30 de janeiro de 2008 | 23h19

A Justiça italiana condenou nesta quarta-feira, 30, a brasileira Silene Pires Ferreira, de 43 anos, a 5 anos de prisão por exploração e favorecimento da prostituição nas cidades de Trento e Piacenza, região norte da Itália. Silene já havia sido condenada em primeira instância a 2 anos e 2 meses de detenção, junto com um cúmplice italiano, Othmar Lindner, mas nesta a Corte de apelação de Trento elevou sua pena em três anos. O homem foi condenado a 4 anos e 6 meses de cárcere. Ambos devem ser beneficiados pela redução de pena prevista por lei. A polícia italiana já havia prendido a brasileira em maio de 2004, quando ao menos uma mulher sul-americana teria sido explorada por Silene. Durante o processo, a mulher admitiu que exercia a atividade de prostituição e citou a cifra de 5 mil clientes, gerenciados pessoalmente. Silene, no entanto, sempre negou que tenha explorado outras mulheres, alegando que apenas as ajudava a se inserir na Itália.

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