Brasileira presa nos EUA por comandar rede de prostituição de luxo

A polícia norte-americana anunciou a prisão da capixaba Andréa Schwartz, de 31 anos, acusada de comandar uma rede de prostituição de luxo e tráfico de drogas em Nova York. Além dela, que foi presa no início deste mês de junho, sem direito a fiança, duas outras mulheres também foram detidas, nesta semana, por fazerem parte de uma das redes mais caras de prostituição de Manhattan. Segundo a polícia, Andrea Schwartz agenciava garotas de programa, a maioria brasileiras. Além da acusação de lenocínio, ela responderá também por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Os investigadores da polícia de Nova York apuraram que Andrea estaria negociando, com o apoio de investidores italianos, a compra de um andar inteiro do Plaza, um dos hotéis mais famosos de Nova York, em fase de transformação em condomínio. Por causa das acusações, todos os seus bens foram congelados. Vivendo, há seis anos, nos EUA, Andrea comprou um apartamento em NY e se casou com um cidadão americano, o que lhe dá direito ao green card, o documento de residência permanente. Mas o marido foi transferido para Hong Kong, há um ano, e ela continuou no país. O flagrante foi realizado por policiais à paisana que se apresentaram como clientes. Andrea Schwartz pode ser condenada a até 25 anos de prisão. Para seu advogado, Andrew Hoffman, ela é inocente e vítima de preconceito. Ele garante ter provas de que os policiais estão mentido e que isso já ocorreu outras vezes.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.