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Brasileiro condenado na Indonésia ‘inspira cuidados’, diz Itamaraty

Embaixador do País participou na manhã desta quarta-feira da primeira reunião oficial com o ministro das Relações Exteriores

Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

22 Janeiro 2015 | 03h00

BRASÍLIA - Depois de ser convocado a voltar ao Brasil, “para consultas”, como represália à execução do brasileiro Marco Archer, em Jacarta, no sábado, 17, o embaixador do Brasil na Indonésia, Paulo Alberto da Silveira Soares, participou na manhã de quarta-feira, 21, da primeira reunião oficial com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário geral da pasta, Sérgio Danese.

Segundo o Itamaraty, o embaixador informou ao ministro as iniciativas para tentar reverter a pena do surfista Rodrigo Muxfeldt Gularte - que teve o último pedido de clemência negado anteontem. O Brasil ainda deseja que ele seja tratado em clínica psiquiátrica.

De acordo com informações do Itamaraty, “a saúde do brasileiro é motivo de preocupação e inspira cuidados”. Por isso mesmo, “várias visitas consulares têm sido feitas”. 

O governo brasileiro continua negociando, em várias instâncias, não só a transferência de Rodrigo Gularte para um hospital psiquiátrico, como até mesmo a reversão da pena. O Itamaraty e o Planalto estão evitando comentários, para que não haja interferência prejuízo às negociações. 

O Itamaraty ainda não recebeu informação oficial sobre a data prevista para a execução do surfista Rodrigo Gularte, que foi preso em 2004, no aeroporto de Jacarta. Na terça-feira, o brasileiro teve o seu segundo pedido de clemência negado pela Indonésia.

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