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Brasileiro suspeito de fornecer droga para PCC e CV é preso no Paraguai

Segundo a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad), Levi Felício, de 52 anos, atuaria como fornecedor das principais facções brasileiras

EFE, O Estado de S.Paulo

15 de outubro de 2019 | 00h25

ASSUNÇÃO - A polícia paraguaia prendeu nesta segunda-feira, 14, em Assunção, o brasileiro Levi Adriani Felício, de 52 anos, acusado de ser um dos principais fornecedores de droga das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo, e Comando Vermelho (CV), do Rio, segundo a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad). Ele era procurado pela Justiça dos dois países.

Localizada na fronteira com o município brasileiro de Ponta Porã (MS), a cidade de Pedro Juan Caballero também foi alvo da operação policial. Lá, os agentes prenderam o paraguaio Marcio Gayoso, o Candonga, de 27, suspeito de atuar como gerente de logística e "braço direito" de Felício.

Apontado como principal operador do tráfico de maconha, cocaína e armas de fogo para o Brasil, Felício foi capturado de manhã em um condomínio de luxo da capital paraguaia. Na casa, também estava sua mulher, com quem o suspeito havia casado no dia anterior, segundo os agentes que participaram da operação.

No local, a polícia diz ter apreendido um fuzil 762, duas pistolas 9 mm, dois revólveres calibre 38, além de munições, joias e dinheiro. Os agentes foram, ainda, a outra residência supostamente ligada ao brasileiro, mas a casa estava vazia. O imóvel foi posto à disposição das autoridades paraguaias.

O Paraguai é o maior produtor de maconha da América do Sul. No país, o tráfico está sob controle dos grupos criminosos do Brasil, principal destino da droga. De acordo com as autoridades, laboratórios clandestinos instalados no país também têm servido para transformar a coca da Bolívia em cocaína, que posteriormente é vendida para o exterior.

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